CoDAS
https://codas.org.br/article/doi/10.1590/2317-1782/20212021025en
CoDAS
Artigo Original

Frailty syndrome and risks for falling in the elderly community

Síndrome da fragilidade e riscos para quedas em idosos da comunidade

Carlos Kazuo Taguchi; Pedro de Lemos Menezes; Amanda Caroline Souza Melo; Leonardo Santos de Santana; Wesley Rayan Santos Conceição; Gabrielle Feitosa de Souza; Brenda Carla Lima Araújo; Allan Robert da Silva

Downloads: 0
Views: 125

Abstract

Purpose

To identify the prevalence of Frailty Syndrome in the elderly and the relationship with risk of falling.

Methods

Descriptive, cross-sectional, and analytical clinical study. One hundred and one volunteers over 60 years old were submitted to audiological evaluation, Dynamic Gait Index - Brazilian brief (DGI), Timed Up and Go (TUG) and Edmonton Fragility Scale (EFE) that verified, respectively, hearing thresholds, frailty syndrome, functional and dynamic balance, and risk of falling. The simple percentual distribution, the Wilcoxon´s test and the Bivariate Correlation with Pearson's coefficient were used for statistical analysis. Limits equal to or less than 1.0 and 5.0% were adopted.

Results

EFE identified 22.8% of volunteers as fragile and 22.8% as vulnerable. DGI and TUG found 34.6% and 84.1% of at risk for falls, respectively. Significant correlations between EFE and DGI (p <0.01), EFE and TUG (p <0.01), and DGI and TUG (p <0.01) were observed. Pearson's coefficient between EFE and DGI, EFE and TUG, and DGI and TUG were -0.26, -0.41, and 0.46, respectively. An association between DGI and TUG and age (p <0.01) was identified. No correlation between EFE and sex or age was found.

Conclusion

Frailty and pre-frailty were identified in a significant segment of the volunteers, especially in the oldest subjects. Functional and dynamic balance were moderately correlated with frailty, which demonstrated that frailty syndrome increases the risk of falls.

Keywords

Frailty; Frail Elderly; Accidental Falls; Healthy Aging Aged

Resumo

Objetivo

Identificar a prevalência da Síndrome da Fragilidade em idosos e suas relações com o risco para quedas.

Método

Estudo clínico descritivo, transversal e analítico. Cento e um voluntários com mais de 60 anos, foram submetidos à avaliação audiológica, Dynamic Gait Index – Brazilian brief (DGI), Timed Up and Go(TUG) e Escala de Fragilidade de Edmonton (EFE) que determinaram, respectivamente, os limiares auditivos, síndrome da fragilidade, equilíbrio funcional e dinâmico e risco para quedas. Utilizou-se a distribuição percentual simples, o teste de Wilcoxon e de Correlação Bivariada com coeficiente de Pearson para a análise estatística. Foram adotados limites iguais inferiores a 1,0 e 5,0%.

Resultados

A EFE identificou 22,8% dos voluntários como frágeis e 22,8% como vulneráveis. O DGI e o TUG classificaram 34,6 e 84,1% de riscos para quedas. Ocorreu correlação significativa entre a EFE e o DGI (p<0,01), a EFE e o TUG (p<0,01) e o DGI e TUG (p<0,01). O coeficiente de Pearson entre EFE e o DGI, entre o EFE e o TUG e DGI e TUG foram -0,26, -0,41 e 0,46 respectivamente. Ocorreu associação entre DGI e TUG e idade (p<0,01). Não houve correlação entre a EFE com sexo e idade.

Conclusão

A fragilidade e pré-fragilidade foi identificada em uma parcela expressiva dos voluntários, sobretudo nos mais longevos. O equilíbrio funcional e o dinâmico se correlacionaram moderamente com fragilidade, o que demonstrou que a Síndrome da fragilidade aumenta o risco para quedas.

Palavras-chave

Fragilidade; Idoso Fragilizado; Acidentes por Quedas; Envelhecimento Saudável; Idoso

Referências

  1. IBGE: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Projeção da População 2018: número de habitantes do país deve parar de crescer em 2047 [citado em 2019 Fev 12]. Rio de Janeiro: IBGE; 2018. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/21837-projecao-da-populacao-2018-numero-de-habitantes-do-pais-deve-parar-de-crescer-em-2047
  2. Lourenço RA. Síndrome no idoso: marcadores clínicos e biológicos. Rev Envelhecimento Humano. 2008;7(1):21-9.
  3. Fried LP, Tangen C, Walston J, Newman AB, Hirsch C, Gottdiener J, et al. Frailty in older adults: evidence for a phenotype. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2001;56(3):146-56. http://dx.doi.org/10.1093/gerona/56.3.M146 PMid:11253156.
  4. Taguchi CK, Costa ÉP, Alves LV, Santos LK, Silva ERO, Araújo BCL, et al. Clinical application of dynamics gait index: brazilian brief version. Adv Aging Res. 2018;7(7):113-8. http://dx.doi.org/10.4236/aar.2018.76009
  5. Dutra MC, Cabral ALL, Carvalho GA. Brazilian version of Timed Up and Go test. Rev Interfaces. Saude, Humanas e Tecnologia. 2016;3(9):81-8. http://dx.doi.org/10.16891/2317-434x.430
  6. Fhon JRS, Rodrigues RAP, Neira WF, Huayta VMR, Robazzi MLCC. Fall and its association with the frailty syndrome in the elderly: systematic review with meta-analysis. Rev Esc Enferm USP. 2016;50(6):1003-10. http://dx.doi.org/10.1590/s0080-623420160000700018 PMid:28198967.
  7. Martins HO, Bernardo KMA, Martins MS, Alfieri FM. Controle postural e o medo de cair em idosos fragilizados e o papel de um programa de prevenção de quedas. Acta Fisiátrica. 2016;23(3):113-9. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2317-0190.v23i3a137657
  8. Nucci P, Massi G, Lima RL, Guarinello AC, Santos CLG Jr. O envelhecimento na ótica da fonoaudiologia. Tuiuti. Cienc Cult. 2013;47:139-54.
  9. Santos RGO, Feitosa ALF, Melo AMS, Canut MSB. Fonoaudiologia e Gerontologia: revisão sistemática da atuação Fonoaudiológica. Distúrb Comun. 2018;30(4):748-58. https://doi.org/10.23925/2176-2724.2018v30i4p748-758
  10. Ofori-Asenso R, Chin KL, Mazidi M, Zomer E, Ilomaki J, Zullo AR, et al. Global incidence of frailty and prefrailty among community-dwelling older adults: a systematic review and meta-analysis. JAMA Netw Open. 2019;2(8):e198398. http://dx.doi.org/10.1001/jamanetworkopen.2019.8398 PMid:31373653.
  11. Conselho Federal de Fonoaudiologia [Internet]. Guia de Orientações na Avaliação Audiológica Básica. Brasília: Conselho Federal de Fonoaudiologia; 2017 [citado em 2021 Jan 2]. 31 p. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Manual-de-Audiologia-1.pdf
  12. Fabrício-Wehbe SC, Cruz IR, Haas VJ, Diniz MA, Dantas RA, Rodrigues RA. Reproducibility of the Brazilian version of the Edmonton Frail Scale for elderly living in the community. Rev Lat Am Enfermagem. 2013;21(6):1330-6. http://dx.doi.org/10.1590/0104-1169.2933.2371 PMid:24271320.
  13. Lins MEM, Marques APO, Leal MCC, Barros RLM. Risco de fragilidade em idosos comunitários assistidos na atenção básica de saúde e fatores associados. Saúde Debate. 2019;43(121):520-9. http://dx.doi.org/10.1590/0103-1104201912118
  14. Magnani PE, Porto JM, Genovez MB, Zanellato NFG, Alvarenga IC, Dos Santos PF, et al. What is the best clinical assessment tool for identification of adults aged ≥80 years at high risk of falls? Physiotherapy. 2021;110:63-9. http://dx.doi.org/10.1016/j.physio.2020.03.002. PMid:32349866.
  15. Dutra AP, Santos KT. Equilíbrio associado ao risco de quedas em idosos não institucionalizados. Rev Saúde.Com. 2017;13(4):1003-10. http://dx.doi/10.22481/rsc.v13i4.490.
  16. Silveira MB, Filippin LI. Timed Up and Go como ferramenta de screening para fragilidade em idosos fisicamente ativos. Cad Saude Colet. 2017;25(4):389-93. http://dx.doi.org/10.1590/1414-462x201700040251
  17. Fhon JR, Rosset I, Freitas CP, Silva AO, Santos JL, Rodrigues RA. Prevalence of falls among frail elderly adults. Rev Saude Publica. 2013;47(2):266-73. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-8910.2013047003468 PMid:24037353.
  18. Carneiro JA, Ramos GCF, Barbosa ATF, Vieira ÉDS, Silva JSR, Caldeira AP. Falls among the non-institutionalized elderly in northern Minas Gerais, Brazil: prevalence and associated factors. Rev Bras Geriatr Gerontol. 2016;19(4):613-25. http://dx.doi.org/10.1590/1809-98232016019.150110
  19. Tavares DI, Pereira M, Braz MM. Perfil dos estudos de quedas com idosos: revisão integrativa. Rev Kairós — Gerontologia. 2017;20(3):207-22. http://dx.doi.org/10.23925/2176-901x.2017v20i3p207-22226
  20. Pinheiro HA, Mucio AA, Oliveira LF. Prevalence and factors associated with the frailty syndrome in older adults in the Brazilian Federal District. Geriatr Gerontol Aging. 2020;14(1):8-14. http://dx.doi.org/10.5327/Z2447-212320201900072
  21. Savva GM, Donoghue OA, Horgan F, O’Regan C, Cronin H, Kenny RA, et al. Using the Timed Up and Go to identify frail member of the older population. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2013;68(4):441-6. http://dx.doi.org/10.1093/gerona/gls190
  22. Clegg A, Rogers L, Young J. Diagnostic test accuracy of simple instruments for identifying frailty in community-dwelling older people: a systematic review. Age Ageing. 2015;44(1):148-52. http://dx.doi.org/10.1093/ageing/afu157 PMid:25355618.
  23. Berlezi EM, Gross CB, Pimentel JJ, Pagno AR, Fortes CK, Pillatt AP. O estudo do fenótipo de fragilidade em idosos residentes na comunidade. Ciênc saúde coletiva. 2019;24(11):4201-9. https://doi.org/10.1590/1413-812320182411.31072017
  24. Giacomini SBL, Fhon JR, Rodrigues RAP. Fragilidade e risco de queda em idosos que vivem no domicílio. Acta Paul Enferm. 2020;33:1-8. http://dx.doi.org/10.37689/acta-ape/2020AO0124
  25. Redín-Sagredo MJ, Aldaz Herce P, Casas Herrero A, Gutiérrez-Valencia M, Martínez-Velilla N. Heterogeneity amongst different diagnostic tools in frailty screening. An Sist Sanit Navar. 2019;42(2):169-78. http://dx.doi.org/10.23938/ASSN.0642 PMid:31322141.
  26. Giusti Rossi P, Pires de Andrade L, Hotta Ansai J, Silva Farche AC, Carnaz L, Dalpubel D, et al. Dual-Task Performance: influence of frailty, level of physical activity, and cognition. J Geriatr Phys Ther. 2019;42(3):142-7. http://dx.doi.org/10.1519/JPT.0000000000000182 PMid:29521666.
  27. Ansai JH, Farche ACS, Rossi PG, de Andrade LP, Nakagawa TH, Takahashi ACM. Performance of different timed up and go subtasks in Frailty Syndrome. J Geriatr Phys Ther. 2019;42(4):287-93. http://dx.doi.org/10.1519/JPT.0000000000000162 PMid:29210935.
  28. Cheng MH, Chang SF. Frailty as a risk factor for falls among community dwelling people: evidence from a meta-analysis. J Nurs Scholarsh. 2017;49(5):529-36. http://dx.doi.org/10.1111/jnu.12322 PMid:28755453.
  29. Mello AC, Engstrom EM, Alves LC. Health-related and socio-demographic factors associated with frailty in the elderly: a systematic literature review. Cad Saude Publica. 2014;30(6):1143. http://dx.doi.org/10.1590/0102-311X00148213 PMid:25099040.
  30. Duarte YAO, Nunes DP, Andrade FB, Corona LP, Brito TRPV, Santos JLF, et al. Fragilidade em idosos no município de São Paulo: prevalência e fatores associados. Rev Bras Epidemiol. 2019;21(Suppl 2):E180021.
62f067d4a9539556f8768c35 codas Articles

CoDAS

Share this page
Page Sections