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https://codas.org.br/article/doi/10.1590/2317-1782/20192018274
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Artigo original

Clinical Trial for Stuttering Treatment: pilot study about dog participation in the therapy session

Ensaio Clínico de Tratamento da Gagueira: estudo piloto com variável monitorada, participação do cão na sessão de terapia

Julia Biancalana Costa; Tatiane Ichitani; Fabiola Staróbole Juste; Maria Claudia Cunha; Claudia Regina Furquim de Andrade.

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Abstract

Purpose: To verify the effect of dog intervention on the regular session of speech therapy for developmental stuttering in adults. Methods: The study involved young adults and adults with developmental stuttering. The study sample was composed of eight participants, six males and two females, ranging in age from 16 to 45 years. Participants were divided into two groups: G1 – those who underwent treatment for stuttering with the presence of a dog-therapist in the therapy room and G2 – those who underwent treatment for stuttering without the presence of the dog therapist. We included a control group, G3, composed of fluent participants, matched in age and sex to G1 and G2 to control the natural variability of speech fluency. Results: Comparative results between the groups indicated that the group that performed the treatment without the presence of the dog achieved better performance, evolution and efficacy rates. Conclusion: for the population in this study, the dog intervention on speech therapy did not improve treatment.

Keywords

Stuttering; Speech; Animal Assisted Therapy; Treatment; Clinical Trial.

Resumo

Objetivo: Verificar o efeito da intervenção do cão na sessão regular de terapia fonoaudiológica para a gagueira do desenvolvimento em jovens adultos. Método: Foram selecionados jovens adultos e adultos com diagnóstico de gagueira do desenvolvimento. Concluíram o estudo oito participantes, seis do sexo masculino e dois do sexo feminino, com idades variando entre 16 e 45 anos. Os participantes foram divididos em dois grupos: G1 – que realizou o tratamento para gagueira com a presença de um cão terapeuta em sala de terapia e G2 – que realizou o tratamento para gagueira sem a presença do cão terapeuta. Foi incluído um grupo controle, G3 – composto por participantes fluentes, pareado em idade e sexo ao G1 e G2, para controle da variabilidade natural da fluência da fala. Resultados: A análise comparativa entre os grupos indicou que o grupo que realizou o tratamento sem a presença do cão alcançou melhores índices de performance, evolução e eficácia. Conclusão: Para a população pesquisada neste estudo, não foi observado efeito da intervenção do cão na terapia fonoaudiológica.

Palavras-chave

Gagueira; Fala; Terapia Assistida por Animais; Tratamento; Ensaio Clínico.

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Submetido em:
21/11/2018

Aceito em:
20/02/2019

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